quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Torta de limão diet

Eae galere,trazendo mais uma receita de quarta (meio atrasada, kkkk) mais hoje deu agua na boca hein! Torta de limao diet!


Ingredientes

Massa: 

. 1 maçã grande ralada (sem a casca e sem as sementes)
. 1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
. 1 colher (café) de bicarbonato de sódio

Recheio: 

. 1 envelope de pó de gelatina sem sabor
. 1 pacote de pó de gelatina diet sabor limão
. 1 e¼ de xícara (chá) de água fria
. 1 xícara (chá) de suco de limão
. 2 colheres (sopa) de adoçante culinário
. 4 colheres (sopa) de queijo cottage light
. Raspas de casca de limão (para decorar)

Modo de preparo

Misture a maçã, a farinha e o bicarbonato. Amasse até formar uma massa homogênea. Forre o fundo e as laterais de forminhas individuais untadas com margarina light. Com um garfo, faça vários furos na massa para evitar que cresça. Asse por 10 minutos em forno médio preaquecido. Para o recheio, hidrate o pó das gelatinas com ¼ da xícara (chá) de água. Coloque no liquidificador com o restante da água, o suco, o adoçante e o cottage. Bata até formar um creme homogêneo. Recheie as tortinhas e leve para gelar. Decore com as raspas de limão.

Dica:

Na massa: Maçã ralada (unidade, 85 cal) no lugar do açúcar (1 xíc. de chá, 800 cal) e parte da farinha de trigo (1 xíc. de chá, 540 cal.
No recheio: Queijo cottage light (4 col. de sopa, 74 cal) e adoçante (2 col. de sopa, 16 cal) no lugar do leite condensado (1/2 lata, 642 cal)e gelatina diet (pacote, 9 cal) no lugar da gelatina comum (pacote, 39 cal)

Receita tirada di site: M de Mulher

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estima-se que 12 milhões de brasileiros tenham diabetes, mas metade deles não sabe disso

Eae galere!
O post de hj é para o pessoal ficar alerta hein!



Ela começa de forma silenciosa, quase sem sintomas, mas é muito perigosa. E cada vez atinge um número maior de pessoas, devido ao estilo de vida comum do mundo moderno que combina sedentarismo com má alimentação. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), quase 250 milhões de pessoas ao redor do globo têm diabetes e, como esse número vem crescendo, a instituição já classifica a doença como uma epidemia. A cada ano, sete milhões de indivíduos entram nessa lista.

No Brasil, a SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) estima que 12 milhões de pessoas tenham a doença, sendo que metade delas não sabe disso.

Para conscientizar a população sobre a importância de se fazer exames de sangue para o diagnóstico do problema e, em caso positivo, se tratar, no dia 14 de novembro celebra-se o Dia Mundial do Diabetes. Ao redor do mundo, monumentos, prédios públicos e empresas são iluminados na cor azul para marcar a data. Aqui no Brasil várias associações médicas e de pacientes estão promovendo ações como exames gratuitos, distribuição de cartilhas informativas e alimentos saudáveis.


tirado do: http://noticias.uol.com.br

domingo, 25 de agosto de 2013

Sete mudanças que ajudam a conviver bem com o diabetes

Valorizar os hábitos saudáveis favorece o controle da doença.



diabetes já afeta cerca de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 6 milhões de pessoas sofrem com a doença , sem contar os que desconhecem possuir a doença. O problema pode trazer perda ou aumento de peso, é fator de risco para problemas cardiovasculares e, nos casos mais graves, provocar falência de órgãos (rins, olhos) e até a morte. Apesar dos perigos, é completamente controlável. 

No entanto, apesar de ser uma doença crônica, é possível conviver bem com o diabetes - basta que o paciente tenha hábitos saudáveis e siga corretamente as indicações médicas. "Os riscos mais graves do diabetes, como perda total da visão, amputação e falência renal ocorrem em pacientes que não tiveram tratamento adequado", de acordo com o endocrinologista Josivan Lima, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - SBEM. A seguir, veja as mudanças que melhoram a vida de quem tem diabetes. 


Invista no cardápio certo
"Os pacientes diabéticos devem evitar os açúcares simples (presentes nos doces e carboidratos simples, como massas e pães), pois são absorvidos muito rapidamente, levando a picos de glicemia e, consequentemente, complicações a médio e longo prazo", de acordo com o endocrinologista Josivan Lima. Uma boa dica é beber bastante água, que ajuda a remover o excesso de glicose no sangue, que será eliminado pela urina. 

Quando um alimento tem o índice glicêmico baixo, ele retarda a absorção da glicose. Mas, quando o índice é alto, esta absorção é rápida e acelera o aumento das taxas de glicose no sangue. Os carboidratos não são proibidos, mas existem recomendações dietéticas. "Uma ingestão diária de 50 a 60% de carboidratos usualmente é suficiente, preferindo-se os carboidratos complexos (castanhas, nozes, grãos integrais) que serão absorvidos mais lentamente, evitando picos de glicemia", diz Josivan. 

Os diabéticos também podem sofrer de baixas de glicose no sangue, a hipoglicemia. Quinze minutos após ingerir algum alimento açucarado, cheque se a quantidade de glicose no seu sangue está normal. 


Diga não ao sedentarismo 
A atividade física é essencial no tratamento do diabetes para manter os níveis de açúcar no sangue controlados e afastar os riscos de ganho de peso. "A prática de exercícios deve ser realizadas de três a cinco vezes na semana. Há restrição nos casos de hipoglicemia, de modo que pacientes não devem iniciar atividade física com a glicemia muito baixa, sob o risco de baixar ainda mais os níveis. Da mesma forma, deve-se evitar atividade física quando o diabetes está descontrolado, com glicemia muito elevadas. Nestes casos, a liberação de hormônios contra-reguladores pode aumentar mais ainda a glicemia", diz Josivan. Os pacientes devem privilegiar atividades físicas leves, pois quando o gasto calórico é maior do que a reposição de nutrientes após o treino pode haver a hipoglicemia. 

É importante saber como está o controle glicêmico antes do início da atividade física para então escolher o melhor alimento. Se a glicemia está muito baixa, é aconselhável dar preferência aos carboidratos e evitá-los se estiver alta. "A escolha do alimento depende também do tipo de exercício: exercícios aeróbicos de grande duração (como corrida e natação) tendem a baixar a glicemia, sendo necessária uma ingestão maior de alimentos. Em todos os casos, os pacientes devem sempre combinar com seus médicos quais são as melhores opções, pois o tratamento do diabetes tem muitas peculiaridades individuais", diz Josivan.

Adapte-se às aplicações de insulina 
Esqueça as injeções assustadoras. Hoje, a maioria dos pacientes com diabetes do tipo 1, que precisam aplicar insulina com maior frequência, usa canetas próprias para esta função, que causam menos desconforto, pois têm agulhas menores e com material mais flexível, de silicone. 
"Além disso, pode-se usar também bombas de insulina por meio de um cateter, que é implantado no tecido subcutâneo do paciente injetando doses menores de insulina ao longo do dia, evitando os picos que podem causar hipoglicemia", diz Josivan. Mas a facilidade tem seu preço. Em média, esse equipamento custa cerca de R$ 12 mil. Mensalmente, a manutenção custa, em média, R$ 500. 

Maneire no consumo de bebidas alcoólicas 
O consumo de álcool não é proibido, mas deve ser moderado e nunca de barriga vazia, pois o consumo isolado pode causar hipoglicemia, pois o álcool tende a reduzir as taxas glicêmicas. O que pode causar enjoo, tremores pelo corpo, fome excessiva, irritação e dores de cabeça. 
Também é importante fazer o monitoramento de glicemia antes e depois de consumir bebidas alcoólicas. Para o endocrinologista Fadlo Fraige, apenas as bebidas destiladas são permitidas (e com muita moderação), pois, segundo ele, não são feitas à base de carboidratos, como a cerveja, e o álcool tem baixo índice glicêmico. "Cuidado com cervejas e bebidas doces ou à base de carboidratos. Elas têm alto índice glicêmico e podem trazer problemas", completa.  

Evite os problemas vasculares 
O diabetes provoca a aceleração do endurecimento das artérias, levando à má irrigação dos tecidos. As artérias coronárias são afetadas, podendo levar ao infarto cardíaco, além das artérias renais, levando a insuficiência renal grave. 

A doença também afeta a microcirculação, ou seja, lesionando as pequenas artérias (arteríolas) que nutrem os tecidos, que atingem especialmente as pernas e os pés. Assim, é importante que ao ter dores ao caminhar, pés frios e pálidos, feridas que não cicatrizam facilmente, formigamento, "fraqueza nas pernas", deve-se procurar um angiologista ou cirurgião vascular, que pode avaliar com maior precisão os sintomas e tomar as medidas médicas para evitar maiores danos, como a amputação do membro afetado. 
Também é importante evitar saunas e escalda-pés. "Em função desta alteração circulatória, os riscos de exposição às altas temperaturas e aos choques térmicos podem agravar ou desencadear quadros de angiopatias e outros problemas cardíacos", de acordo com a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Hospital Bandeirantes.  

Aumente os cuidados com os olhos 
O acompanhamento oftalmológico de quem tem diabetes é recomendado devido à maior fragilidade de sua córnea. As células da córnea do diabético não têm a aderência que se encontra na maioria dos não-diabéticos. Essa fragilidade é a porta de entrada para uma série de infecções oportunistas. 
A catarata também é mais comum. Em situações de hiperglicemia, o cristalino absorve água, o que pode provocar miopia. À medida em que a glicemia retorna aos seus níveis normais, o cristalino se desidrata e volta ao seu tamanho original. "Assim, a repetição dessa situação altera as fibras da estrutura do cristalino, provocando o sintoma de vista embaçada. Isso explica a maior predisposição dos diabéticos a sofrer de catarata mais cedo", de acordo com o oftalmologista Virgilio Centurion.  

Controle o estresse 
Pessoas com diabetes têm maiores chances de ter ansiedade e depressão. Os pacientes podem sentir uma sensação de ansiedade em relação ao controle da hipoglicemia, da aplicação de insulina, ou com o ganho de peso. "Os pacientes com diabetes que ficam ansiosos e estressados tendem a ter menos cuidado com os níveis de açúcar no sangue, o que aumenta o risco de complicações", diz Josivan. 
Além disso, a relação estresse-diabetes se mostra uma via de mão dupla. Uma pesquisa feita na Suécia e publicada pela revista científica Diabetic Medicine comprovou que os homens que passam por altos níveis de estresse e têm tendências depressivas podem dobrar os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, aquele em que o organismo é capaz de produzir insulina, mas tem dificuldade de processá-la. De acordo com os pesquisadores, a relação entre os dois males pode ser resultado dos efeitos do estresse na capacidade cerebral em regular os hormônios, ou ainda, da influência negativa que a depressão exerce na dieta e no nível de atividade física. 

Retirado do site: Minha Vida

sábado, 24 de agosto de 2013

Obesidade mata mais do que se imagina




A obesidade pode ser um problema ainda mais sério para a saúde do que se imagina. É o que revela um estudo divulgado nesta quarta-feira pelo British Medical Journal. Cientistas do Instituto Karolinska de Estocolmo (Suécia) e da Universidade de Bristol (Grã-Bretanha) chegaram à conclusão de que estar acima do peso pode aumentar o risco de morte por doenças cardiovasculares em até 82%.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado a relação direta entre obesidade e mortalidade por doenças cardiovasculares, diabetes ou alguns tipos de câncer. Já um Índice de Massa Corporal (IMC) baixo está associado ao aumento da taxa de mortalidade por doenças respiratórias ou câncer de pulmão. 
Os cientistas, porém, afirmam que a última associação pode ser alterada por outros fatores, como o fumo ou aspectos socioeconômicos. Também destacam o fato de que uma doença grave, como por exemplo o câncer de pulmão, provoca perda de peso e mortalidade mais elevada.
 
Desta vez, os cientistas compararam o IMC de pessoas com idades entre 17 e 25 anos e a mortalidade entre os pais dos pesquisados. A análise teve como base mais de um milhão de duplas filhos-pais suecos, com a medição da altura e peso dos filhos entre 1969 e 2002.
De acordo com os pesquisadores, os resultados sugerem que as aparentes consequências negativas de um IMC baixo na mortalidade por doenças respiratórias e câncer de pulmão são superestimadas, enquanto os graves efeitos de um IMC alto são subestimados.
Um adulto é considerado acima do peso recomendável quando seu IMC (relação entre peso e altura elevada ao quadrado) está acima de 25. A obesidade acontece quando esse número supera 30, e a pessoa fica abaixo do peso quando o índice é inferior a 20.

Tirado do site: http://veja.abril.com.br

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Controle do Diabetes




A pessoa com diabete pode acompanhar o seu controle através de testes que medem a glicose no sangue (Glicemia), na urina (Glicosúria) e também a medida de corpos cetônicos na urina (cetonúria).
Atualmente todos os glicosimetros (aparelhos de medida de glicose capilar -ponta de dedo) sao equipamentos e fabricado no Brasil, e a maioria vem dos Estados Unidos ou Europa.
Praticamente nao se usa mais metodos para medir a glicose na urina, ja que glicemias de ate 180 mg% podem nao ser dectetadas na urina, o exame mostra um valor que ja ocorreu ha algum tempo atras - ate horas e valores menores do que 70 ou menos nao sao difereciados de valores ate 180 mg%. Alem disso o preco das tiras que medem glicose capilar, passaram a ser comparaveis ao preco das tiras de glicosose na urina os picadores de dedo melhoraram muito e a obtencao de sangue passou a ser quase indolor e mesmo criancas muito pequenas aceitam bem as medidas no "dedinho."
Medidas de cetona na urina (cetonuria) continuam a ser muito importantes para os casos quando a pessoa com diabetes, se encontra mal controlada, podendo orientar o tratamento e ajudar a previnir uma ceto-acidose diabetica.

HORÁRIOS IDEAIS PARA MEDIDA
Para quem tem diabetes tipo 2 (não insulino dependente):
a) No mínimo 2 vezes por semana antes do café da manha manhã e antes do jantar.
b) Em situações de stress, infecções ou descontrole do diabetes, diariamente, antes do café da manhã, do almoço, do jantar e de deitar-se.
Nos peridos de ajuste de doses de medicacao oral ou principalmente insulina, pode-se necessitar-se de medidas duas horas apos as principais refeicoes: café, almoco e jantar.

MEDIDAS DE GLICEMIA EM CASA OU TRABALHO
Podem ser feitas facilmente por qualquer pessoa com uso de aparelhos (glicosímetros, cada vez mais marcas existem disponiveis eodos eles de uso fácil e de preço acessível.
Os resultados são quase iguais aos obtidos em laboratório, desde que a técnica de medida e a calibração do aparelho esteja correta. Apesar disso as medidas realizadas por glicosimetros de diferentes marcas, podem variar ate dez por cento, eventualmente mais quando os valores de glicemia sao menores do que 60 mg% e maiores do que 400 mg%.
O mesmo acontece com sangue colhido em laboratorio, se voce quizer checar o seu aparelho, pode leva-lo ao laboratorio e no mesmo momento que colher o sangue na veia, pique a ponta do dedo e use esse sangue para medir. A diferenca e mais ou menos igual ao que acontece com diferentes glicosimetros.

"DICAS" PARA MEDIR A GLICEMIA
Atente para o prazo de validade das fitas. (Leia a bula do fabricante).
Para conseguir uma boa gota de sangue, lave as mãos com água norma, seque com uma toalha limpa e pique o dedo com um lancetor existentes nas lojas especializadas. Tentar puncionar o lado do dedo, que é menos sensível que a ponta dos dedos.
Não use álcool para limpeza do dedo antes da punção, ou se for usá-lo seque antes de obter a gota, se não for feito isso o resultado será alterado.

HORÁRIOS IDEAIS PARA AS MEDIDAS DE GLICEMIA
Quando estiver usando insulinas de ação intermediária, como exemplo: NPH, o melhor horário para medir o seu efeito é no pico de ação de 8 a 12 horas após a aplicação de insulina.
Quando você estiver usando Insulinas de ação rápida, R ou regular, análogos rápidos (Humalog/Novorapid) o melhor horário para medir o seu efeito é de 1 ½ a 2 horas após a aplicação de insulina.
Os pacientes com diabetes tipo 1 bem controlados podem dosar sua glicemia 2 a 3 vezes por semana em horários antes das refeições em alguns dias e após as refeições em outros dias,
Em pacientes diabéticos instáveis, grávidas ou com infecção ou stress grave, essas medidas devem ser diarias no minimo tres vezes ao dia, se possivel antes das refeicoes e apos ( 2 horas) delas alem de ao deitar.

HEMOGLOBINA GLICOSILADA E O CONTROLE DO DIABETES
Hoje em dia não existe mais dúvida de que quanto melhor o controle do diabetes, com taxas de glicemia mais próximas do normal, menor é o risco de acontecerem complicações na pessoa que tem diabetes.
O controle do diabetes é medido através das variações das taxas de glicemia, que acontecem durante o dia, estas medidas servem para avaliar como vai indo o controle da glicemia a cada momento do dia, mas quando se quer medir o controle do diabetes ao longo dos meses, o exame a ser pedido é o da Hemoglobina glicada (mais conhecida como Hemoglobina Glicosilada ou A1C)
A dosagem da Hemoglobina Glicosilada é feita por uma coleta de sangue e este exame mostra como esteve o controle do diabetes, durante os últimos 3 meses.
Os valores da Hemoglobina Glicosilada são dados em percentagens, e o valor normal é de até 6 a 6,3%, dependendo do laboratório.
O método de preferência é chamado de HPLC, outros métodos são aceitos se os valores normais forem iguais os de HPLC, de 6 a 6,3%.
Os valores bons são até 7%, embora hoje em dia exista uma corrente de medicos que acha que valores abaixo de 6,5% sejam ideais.
Alcançar e manter valores de Hemoglobina Glicosilada abaixo de 7%, diminue muito o risco de complicações do diabetes e se estiver abaixo de 6,5% melhor ainda
A medida da Hemoglobina Glicosilada deve ser realizada idealmente a cada 3 meses e no mínimo 2 vezes por ano.
CONTROLE MELHOR O SEU DIABETES - mantenha a Hemoglobina Glicosilada (A1C) menor que 7%.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Receita de Quarta! Pastel de Forno!

Eae Galere!
Bom hj é dia de receita!
E hoje eu nao vou vou trazer um receita doce, e sim salgada, e melhor, LIGHT!
Então vamos a receita!





INGREDIENTES
200 g de farinha de trigo (1 1/3 xícara de chá)
200 g de requeijão
1 colher (chá) de fermento em pó
1 gema
Sal a gosto
1 gema misturada com 1 colher (sopa) de água
Recheio:
¾ xícara (chá) de peito de peru picadinho (120 g)
¾ xícara (chá) de ricota ralada (120 g)
¼ xícara (chá) de requeijão (50 g)
1 colher (sopa) de uvas passas picadas
Cebolinha picadinha e sal a gosto
Ricota caseira:
1 litro de leite
4 colheres (sopa) de água
4 colheres (sopa) de vinagre claro
MODO DE PREPARO
Numa tigela coloque a farinha de trigo, requeijão, fermento em pó, gema e sal a gosto e com as mãos misture bem até formar uma massa lisa e homogênea. Transfira a massa para uma superfície lisa, levemente enfarinhada, e com um rolo de massa abra a massa até ficar bem fininha. Com um cortador (ou uma xícara) corte rodelas de massa.
Pegue cada rodela de massa coloque recheio de sua preferência e dobre formando um pastel, apertando bem as pontas, deixando uma borda com 0,5 cm.
Coloque os pastéis numa assadeira untada, pincele com 1 gema misturada com 1 colher (sopa) de água e leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por cerca de 20 minutos ou até dourar. Retire do forno e sirva em seguida.
Recheio:
Numa tigela coloque o peito de peru picadinho (120 g), ricota ralada (120 g), requeijão (1 colher de sopa), 1 colher (sopa) de uvas passas picadas, cebolinha picadinha, sal a gosto e misture bem.
Ricota caseira:
Ferva o leite e desligue o fogo. Acrescente a água e o vinagre claro e deixe esfriar. Assim que ficar bem frio, escorra em uma peneira e esprema num pano limpo.
RENDIMENTO
40 porções.

Receita tirada do site: http://anamariabraga.globo.com

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

10 passos para controlar a pressão alta

A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males -- e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro" explica o cardiologista Enéas Rocco. 



A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

"Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal" , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números. 

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia. 
1. Manutenção do peso ideal- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. "Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado" , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. 

3. Redução de sal - o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. 
4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação. 

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura. 

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista. 

7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. 

8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina. 

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. 

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.

post tirado do site: http://www.minhavida.com.br

domingo, 18 de agosto de 2013

Diabetes e Rim

Eae Galere!
Bom, hoje falando sobre mais uma das complicaçoes do diabetes, as do rim,
Galerinha Zero açúcar, CUIDADO!




Como a diabetes ataca os rins?
Como conseqüência da diabetes, os pequenos vasos sanguíneos do organismo são lesados e o rim assim como os outros órgãos incluindo os olhos, pele, nervos, músculos, intestinos e o coração, também são afetados. O rim torna-se incapaz de filtrar o sangue adequadamente quando os seus vasos sanguíneos são lesados. Neste caso a eliminação de um excesso de sal e água do organismo torna-se mais difícil e substâncias tóxicas acumulam-se no sangue. A insuficiência dos rins que resulta da diabetes é chamada "nefropatia" diabética. Quando os nervos do organismo são lesados pela diabetes (denominado neuropatia), pode ocorrer uma dificuldade no esvaziamento da bexiga. A urina pode ficar retida na bexiga e a pressão elevada no interior da bexiga pode transmitir-se para cima atingindo os rins e levando a uma hipertensão renal. Além disso, se a urina permanece muito tempo na bexiga pode ocorrer uma infecção urinária, devido ao crescimento rápido de bactérias facilitado pela alta concentração de açúcar na urina.
Quais as chances de um paciente diabético desenvolver doença renal?
Aproximadamente 50% do tipo 1 (juvenil) e 10% do tipo 2 (início adulto) desenvolverão eventualmente uma enfermidade progressiva dos rins, que causará uma insuficiência permanente dos rins.
Quais são os sinais iniciais de doença renal em diabéticos?
O sinal mais precoce de enfermidade renal diabética é o aparecimento de microalbuminúria (pequenas quantidades de albumina na urina, habitualmente não detectadas por exames simples de urina). A presença de microalbuminúria é preditora do desenvolvimento posterior de proteinúria (presença de proteínas na urina) e insuficiência renal.
Um sinal precoce de enfermidade renal diabética é a presença de proteína na urina e isto habitualmente ocorre após dez anos ou mais de diabetes tipo 1 e mais tarde ainda em pacientes diabéticos tipo 2. À medida que a quantidade de proteína na urina aumenta, ocorre uma diminuição da quantidade de proteína no sangue. Em razão disso, a diminuição da proteína no sangue resulta numa retenção de líquido a qual causa edema das pernas e um aumento das micções à noite. Pressão arterial elevada pode ocorrer ou piorar à medida que a doença progride. Todo paciente diabético deve verificar regularmente, através de seu médico, a sua pressão arterial e fazer exames de sangue e urina. Esta conduta levará a um melhor controle da doença e ao tratamento mais precoce da pressão arterial elevada presente.
Quais são os sinais tardios de doença renal em diabéticos?
À medida que a função do rim diminui (indicada nos exames de sangue, por um aumento da uréia e creatinina), vários sintomas não-específicos podem aparecer. Estes sintomas podem ser: náuseas, vômitos, perda do apetite, fadiga fácil, prurido, câimbras musculares e anemia. A necessidade de insulina pode, na verdade, diminuir quando a insuficiência dos rins já é avançada. Se qualquer destes sintomas citados ocorrer, o paciente deve consultar seu médico.
O que pode ser feito para se prevenir a lesão do rim pelo diabético?
Não há dúvida que um controle adequado do diabetes (controle da glicemia), resulta numa redução das chances de se desenvolver uma doença renal mais grave. É extremamente importante controlar-se a pressão alta já que, a hipertensão agrava qualquer lesão renal causada por diabetes. Recomenda-se um período de sono adequado, seguir-se uma dieta adequada, evitar cigarros e álcool e fazer-se exercícios adequadamente. Estes são hábitos de vida saudáveis que beneficiarão o paciente diabético. O paciente deve ter seu médico. É também importante lembrar que muitos pacientes com diabetes não desenvolvem doença dos rins. Isto significa que ter diabetes não indica necessariamente que os rins irão tornar-se insuficientes. Há evidências recentes de que há um fator genético importante que predispõe ao aparecimento de doença renal no diabético.
Além do controle rígido da glicemia, sabe-se mais recentemente que uma dieta com menor quantidade de proteína reduz o ritmo de deterioração da função renal. Além do mais, modernas drogas anti-hipertensivas como os inibidores da enzima conversora (exemplo: Captopril), tem o mesmo efeito benéfico da dieta hipoproteica.
Se a diabetes afetou os rins o que pode ser feito?
Toda vez que o paciente diabético apresentar os sintomas e sinais de doença renal descritos acima, ou se desejar saber se já possui lesão renal, deverá procurar seu médico. Através de exames de urina e de sangue, o médico poderá dizer se os rins estão funcionando adequadamente e prescrever o melhor tratamento para seu paciente.
O que acontece se um paciente já possui a diminuição da função do rim?
O primeiro passo é verificar se realmente a diabetes é a causa do problema renal. Caso a hipótese seja comprovada, será necessário controlar adequadamente a pressão arterial, tratar as infecções urinárias, corrigir qualquer disfunção da bexiga ou obstrução do trato urinário e evitar medicamentos que possam lesar os rins. Esses cuidados vão ajudar os rins a trabalhar melhor e funcionar mais tempo.
Como se pode retardar a progressão da doença renal?
O especialista de doenças do rim (nefrologista), junto com o paciente e a família, planejará um tratamento individualizado. De maneira geral, o controle da pressão arterial, com medicação e uma dieta especial, parece prolongar o tempo de função do rim e retardar a progressão da insuficiência renal.
O que é insuficiência renal terminal da diabetes?
Isto se refere ao período no qual os rins são incapazes de manter um indivíduo em bom estado de saúde e diálise e/ou transplante são necessários. Este período geralmente ocorre quando a função remanescente no rim é inferior a 10%. De uma maneira geral, o tempo médio entre o início da lesão renal pelo diabético e o aparecimento de insuficiência renal terminal varia entre 5 a 7 anos.
Como se trata a insuficiência renal terminal em pacientes diabéticos?
Há três tipos de tratamento que podem ser utilizados quando os rins falham: transplante renal, hemodiálise e diálise peritoneal. O tipo de tratamento escolhido será determinado pelo estado de saúde do paciente, condição médica e o impacto que o método causaria no estilo de vida e preferência pessoal do paciente. Os resultados a longo prazo de cada tipo de tratamento também são levados em consideração no planejamento. As decisões com relação ao tipo de tratamento são individualizadas, não são exclusivas. Vários pacientes já foram submetidos a cada uma destas três formas de tratamento em épocas diferentes de suas vidas. O que pode ser o melhor tratamento para um paciente numa época, pode não ser o melhor para outro ou para o mesmo paciente numa outra época.
Pode um paciente com diabetes receber um transplante renal?
Sim, o rim transplantado pode vir de um parente (transplante renal com um doador vivo parente), ou de uma pessoa que faleceu (transplante de cadáver). Após o transplante a quantidade de insulina necessária para o controle da glicemia habitualmente aumenta, devido a um melhor apetite, maior ingestão de alimentos, maior degradação da insulina pelo rim além do uso dos medicamentos, particularmente a cortisona, utilizada na prevenção da rejeição do novo rim.
Qual é o papel da dieta baixa em proteínas no tratamento da lesão renal?
Pesquisas recentes indicam que uma dieta alta em proteína pode causar danos aos rins. Tem-se sugerido que a diminuição da proteína na dieta pode reduzir a progressão da insuficiência renal causada por várias enfermidades, incluindo a diabetes. Recomenda-se que o paciente discuta estes aspectos com seu médico e qualquer modificação na dieta, pode ser feito com o auxílio da nutricionista. Os pacientes não devem iniciar uma dieta baixa em proteínas sem supervisão, porque isto poderá resultar em desnutrição.
Qual é o futuro de pacientes com diabetes?
Há realmente um grande esforço na investigação dos mecanismos do diabético. Espera-se que a terapêutica baseie-se mais na prevenção do que no tratamento suportivo no futuro. Entretanto, o cuidado clínico do diabético melhorou muito com o advento da monitorização da glicemia através de aparelhos tipo glicosímetro, melhor reconhecimento do papel da pressão alta na progressão da nefropatia diabética e novas informações sobre o efeito da dieta na preservação da função renal. Quando a diabetes causar uma insuficiência renal grave, o diabético pode ter sucessos com diálise ou transplante renal, e o sucesso é igual a de um paciente com insuficiência renal não-diabético . Finalmente os transplantes de pâncreas que então curam a diabetes estão aumentando em número e sucesso. Recentemente, um grupo de pesquisadores de Edmonton (Canadá) relatou 100% de sucesso em 7 pacientes com o transplante de ilhotas de pâncreas (as células que produzem insulina). Portanto, o futuro é realmente promissor com relação às novas descobertas dos mecanismos e manejo do diabetes.

Texto retirado do site da Pró Renal

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Dieta do diabetes: comer pouco, de tudo e várias vezes por dia

Especialistas garantem que conceito de proibição é “coisa do passado”




Um dos primeiros pensamentos que surge após o diagnóstico do diabetes é “nunca mais vou comer doces, assim como macarrão, pão e arroz”. Segundo o endocrinologista Márcio Krakauer, presidente da Adiabc (Associação de Diabetes do ABC), este conceito de proibição é ultrapassado e a dieta do diabético não deve ser vista como sinônimo de restrição e sacrifício.
— O segredo é comer pouco, de tudo e várias vezes por dia. Nada precisa ser eliminado completamente do cardápio, nem mesmo o açúcar.
O médico, que também é membro da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), avisa que é preciso estar atento às quantidades e horários. E, claro, não se esquecer da prática regular de atividade física e da medicação. A adesão ao tratamento, reforça Krakauer, é o que garante o controle da doença e a possibilidade de se alimentar com prazer.
— O paciente costuma adiar o início do tratamento por medo de ouvir do médico que o doce está proibido ou que vai ter que usar insulina. Isso não pode acontecer.
Diabetes: descubra os mitos e verdades sobre a doença
A regra número um para quem tem diabetes é comer a cada três horas e investir em uma dieta rica em hortaliças, cereais, grãos e pães integrais, evitando as “bombas de açúcar, gordura e sal”. Mas, quando bater aquele desejo de comer um docinho, Krakauer orienta fazer o teste de glicemia (ou ponta de dedo) para avaliar se a taxa está dentro da normalidade a ponto de se cometer a extravagância.
Tratamento do diabetes não tem direito a férias
A nutricionista e culinarista Cinthya Maggi acrescenta que a orientação nutricional é importante para a inclusão de guloseimas dentro de um cardápio equilibrado, que deve ser planejado de acordo com a idade, sexo, estilo de vida, necessidades nutricionais e prática de atividade física.
— O profissional deve focar em metas individualizadas e realistas, que consigam agradar o paladar do paciente, evitando o descontrole glicêmico e o ganho de peso.
O que comer?
A dieta do diabético é cercada de mitos que são derrubados à medida que se conhece mais sobre a doença. Cinthya garante que é possível aliar alimentação saudável a sabor.
— Para montar pratos bonitos e atraentes, opte por alimentos coloridos e ouse nas formas de montar a refeição, sem amontoar a comida. Ervas aromáticas, especiarias e molhos leves também tornam o prato mais apetitoso.
Veja o que está escondido atrás dos alimentos light e diet
A nutricionista Natália Mayara Albano, membro do CRN -3 (Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região), avisa que o carboidrato é o nutriente que mais afeta o nível de glicose no sangue, por isso deve ser consumido com moderação. Entre as principais fontes do nutriente, ela cita pães, arroz, farinha e massas brancas, biscoitos, bolos, batatas, mandioca e inhame.
— O carboidrato não deve ser abolido, mas o paciente precisa se atentar a quantidade consumida para não prejudicar o controle do diabetes.
Disfunção erétil: conheça essa e outras complicações associadas ao diabetes
Na prática, se o diabético comer um doce deve reduzir o consumo de carboidrato do dia para manter a equivalência. No caso de diabéticos que utilizam insulina, é importante fazer os ajustes das doses do medicamento de acordo com a contagem de carboidratos.
A nutricionista sugere priorizar alimentos integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Dessa forma, o diabético evita apresentar picos glicêmicos durante o dia.
Assim como as fibras dos produtos integrais, carnes magras — como peixes, frango sem pele, lagarto e alcatra —, legumes, verduras e frutas são ingredientes que devem compor o cardápio.
No caso de frutas, a dica do endocrinologista é consumir de três a quatro porções por dia em horários diferentes e optar por sucos que levam água, como limão e maracujá.
— Os sucos concentradas são feitos com a quantidade de frutas que o diabético comeria durante o dia inteiro. Além de muito calóricos, eles elevam a glicemia rapidamente, por isso são geralmente recomendados em quadros de hipoglicemia.
Em relação aos produtos diet, Natália alerta que eles não devem ser ingeridos à vontade. A nutricionista explica que a descrição diet nem sempre é sinônimo de isenção de açúcar e, sim, de determinado nutriente, que pode ser gordura ou sal.
— Portanto, é muito importante observar as informações contidas nos rótulos. Além disso, enfatizo que a ausência de açúcar no produto não lhe isenta de conter calorias e gorduras em sua composição.

matéria retirada do http://noticias.r7.com

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Diabetes e o Coração!



Um diabetes mal controlado pode causar muitos danos ao corpo,hoje vamos abordar o coração!
O risco de um diabético sofrer um infarto chega a 40% nos homens e 50% nas mulheres. Quando a doença se instala, potencializa outras condições de risco, como a pressão alta e o colesterol elevado. O diabetes é uma espécie de combustível perverso, difícil de ser removido e pronto para causar muitos problemas.
A doença ocorre quando a glicose, principal forma de energia das células, aumenta sua concentração no sangue. Isso pode ocorrer durante a digestão de carboidratos contidos em alimentos como farinhas, massas, pães, batata, mandioca, doces e açúcares. Após o processo digestivo, a glicose circula no interior dos vasos, sendo distribuída por todas as células do corpo para se transformar em energia. Para entrar nas células, ela depende da insulina, hormônio fabricado no pâncreas. Quando uma pessoa tem aumento da gordura abdominal, libera substâncias inflamatórias tóxicas prejudiciais à ação da insulina, causando o diabetes tipo 2. Essa é a forma mais frequente da doença em adultos. Mais raros são e continuarão sendo os casos de diabetes tipo 1, causados pela redução da fabricação de insulina pelo pâncreas após uma agressão do sistema imunológico.
Os riscos de um diabético sofrer infarto ao longo da vida chegam a 40% nos homens e 50% nas mulheres.
Ao se instalar no organismo, o diabetes segue uma lógica: as células não absorvem a glicose como deveriam, pois a insulina não está agindo corretamente. Resultado: a glicose e a insulina excedentes sobram nos vasos. Esse acúmulo provoca danos, pois aumenta a formação de placas de gordura que geram coágulos que, por sua vez, podem entupir vasos ligados a órgãos como coração, cérebro e membros inferiores, causando infarto ou AVC (acidente vascular cerebral, popularmente chamado de derrame). Muitas vezes o infarto ocorre antes do diabetes apresentar sintomas ou ser diagnosticado.

As doenças cardiovasculares estão entre as causas mais frequentes de morte no Brasil. Evitar o diabetes significa afastar essa ameaça. E não é difícil seguir esse caminho. Primeiro, é necessário avaliar a presença de fatores de risco, como tabagismo, excesso de gordura abdominal, hipertensão, sedentarismo, dieta pobre em fibras e história de diabetes na família. Quando esses fatores existem, o acompanhamento com um profissional de saúde promove uma melhora gradual no estilo de vida e reduz o risco de desenvolver a doença em cerca de 60%. Em pessoas com diabetes, a orientação ajuda a reduzir a gordura abdominal e a controlar melhor os níveis de pressão, colesterol e glicose, diminuindo os riscos de infarto e de AVC. Já os que não desenvolveram nenhum fator de risco sabem: boa alimentação e exercício físico regular podem manter o diabetes bem longe.
Retirado do site: Albert Einstein

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Receita de Quarta! Manjar


Eae Galere!
Bom, hoje é quarta, dia de receita, e hoje trazendo manjar!
muuuito bom!



Ingredientes:

Pudim
4 xícara(s) (chá) de leite desnatado
4 colher(es) (sopa) de coco ralado(s)
1/2 xícara(s) (chá) de amido de milho
1 xícara(s) (chá) de adoçante

Calda
6 unidade(s) de ameixa preta sem caroço
1 xícara(s) (chá) de água
1 colher(es) (sopa) de adoçante em pó

Como Fazer:

Pudim
Coloque os 3 primeiros ingredientes numa panela e leve ao fogo, mexendo sempre até engrossar e formar um creme. Desligue o fogo, acrescente o adoçante e misture bem. Unte levemente uma fôrma, despeje o manjar e leve à geladeira durante 2 horas no mínimo. Desenforme e sirva com a calda de ameixas.

Calda
Leve uma panela ao fogo com as ameixas e a água. Deixe ferver. Retire do fogo, adicione o adoçante e mexa bem. Sirva sobre o manjar.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

diferença entre DIET, LIGHT e ZERO




Muitas pessoas não sabem diferenciar os tipos de alimentos que utilizam no seu dia-a-dia, é comum haver uma confusão entre os alimentos diet e light.
DIET

Alimentos Diet são aqueles isentos de algum ingrediente como açúcares, sódio, gorduras,proteínas, entre outros e indicados para dietas de pessoas que não podem ou não querem consumir algum desses ingredientes, como por exemplo os diabéticos. 
LIGHT

Para um alimento ser considerado Light o mesmo deve ter uma redução de no mínimo 25% de calorias ou de alguns de seus ingredientes como o açúcar, gorduras, proteínas, entre outros. Em sua maioria, são usados para dietas de controle de peso e para quem deseja uma alimentação saudável.

ZERO
O que é: esse termo foi lançado nos refrigerantes e significa que o produto tem como caracteristica comum a ausência de açucar. São usados ingredientes modernos que tentam aproximar ao máximo do sabor da versão original.
Quem deve consumir: pessoas com diabetes ou que desejam manter o peso.

Dicas Importantes:
1. Para emagrecer, ao ingerir os produtos light, você deve comer na mesma quantidade que você comia os produtos normais. Um grande erro é que as pessoas exageram no consumo do produto light e podem até engordar. 
2. Não consuma abusivamente os produtos light que substituem o açúcar por adoçantes, pois seu consumo exagerado pode trazer desconfortos gástricos. Planeje com seu médico a inclusão desses produtos na sua alimentação. 
3. Ao consumir estes tipos de produtos, procure no rótulo para saber qual ingrediente que está alterado em relação à fórmula original. Por exemplo, há queijos que perderam gordura, mas ganharam sal. Assim não devem ser consumidos por pessoas com pressão alta. Se tiver dúvidas, ligue para o Serviço de Atendimento ao Consumidor.

4. O chocolate diet engorda tanto quanto o normal, pois não tem açúcar, mas tem gordura. Para os refrigerantes, não faz diferença se são diet ou light, porque os originais já não têm gordura, só açúcar. Portanto, os diet e light são caloria zero.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Refrigerantes DIET

Post hoje sobre refrigerantes diet, muita gente acha uma melhor opção, outras nem tanto, vai ai a verdade!



Os refrigerantes “diet” são vendidos como uma opção saudável em comparação aos comuns. Mas os supostos benefícios da dimunuição calórica podem ser dúbios, segundo pesquisa realizada por profissionais da Escola Miller de Medicina, da Universidade de Miami, e do Centro Médico da Universidade de Columbia, publicada no Journal of General Internal Medicine. Estudos recentes sugerem que as bebidas aumentariam ainda mais o apetite dos consumidores.
Mais de 2.500 pessoas participaram do estudo em um período de 10 anos, onde foram estudados o consumo de bebidas diet e não diet, risco de ataque cardíaco, derrame e morte vascular. Eles concluíram que, aqueles que bebiam refrigerantes diet todos os dias estavam 43% mais propensos a sofrer um problema cardíaco do que aqueles que não beberam nenhum, considerando problemas vasculares pré-existentes como diabetes, pressão alta e síndrome metabólica. A pesquisadora Dr. Hannah Gardner diz que, “os resultados sugerem uma potente associação entre consumo diário de refrigerantes diet e problemas vasculares”, e acrescenta que, “os mecanismos que possibilitam esses eventos ainda não são claros”.
De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, o aspartame está relacionado a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

Voltando a Ativa




Eae Galere!
Bom, passei uns dias ai sem postar, probleminhas aii!
Mas apartir de hj eu vou começa a posta denovo, sem interrupçoes!
Esprem aii que la vem post!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Controle seu Diabetes!!

Eae Galeree!
Bom , Hoje vamos falar sobre oque um diabetes mal controlado pode causar!
Achei interessante falar sobre isso pois lembrando dos riscos talvez o "seres" se cuidem mais né!
Lembrando que uma pessoa com diabetes pode viver normalmente, pois ter esse "defeitinho" é só um lembrete a mais para viver uma vida mais saudável , todo mundo tem que se cuidar, independente de ter problemas de saúde ou não!




Diabetes mal controlado e cegueira

A visão é um dos nossos cinco sentidos. É por meio dela que traduzimos símbolos, imagens e vemos as cores da vida. Nossos olhos registram grande parte de toda nossa memória, além de ajudar a nos guiar no dia a dia, facilitando a locomoção, a comunicação e até proporcionando certa independência. Poucas pessoas sabem do risco que os olhos correm devido, até, a doenças não diretamente relacionadas à visão. O diabetes, por exemplo, é hoje a maior causa de cegueira na idade adulta, muito mais do que o glaucoma e a catarata.

É por conta do diabetes mal controlado que milhares de pessoas perdem a visão ao longo da vida. Estima-se que dos atuais 12 milhões de diabéticos brasileiros, 10% terão problemas de visão e pelo menos 2% ficarão cegos após 15 anos com diabetes. Muito ao contrário do que se imagina, não são apenas pacientes com a idade mais avançada que podem ter alguma complicação na visão causada pela doença. Adolescentes e adultos jovens também podem desenvolver problemas.

O diabetes é uma doença multissistêmica, que atinge diversas partes do corpo, como os sistemas neurológico, cardiovascular e renal. Por isso, o controle rigoroso da doença ao longo da vida é fundamental para evitar complicações. A visão pode ser afetada pelo aparecimento da retinopatia diabética (RD). Ela ocorre, entre outros fatores, pelo excesso de glicose no sangue, que o torna mais espesso, aumentando o fluido dentro dos vasos dos olhos e sua permeabilidade, o que pode ocasionar hemorragias, infartos e inchaços na retina. A RD é a principal causa de cegueira em indivíduos em idade produtiva em todo o mundo.

Quando o vazamento de fluido chega à macula, parte central e mais importante da retina e local responsável por receber e traduzir a imagem para o cérebro, o paciente desenvolve o edema macular diabético (EMD). O EMD é a principal causa de baixa visual em pacientes com a retinopatia diabética.

No início, o EMD pode até ser assintomático e o paciente não sentir dificuldades visuais significativas. As complicações, porém, tornam-se mais sérias com o passar do tempo. A visão torna-se progressivamente embaçada originando dificuldades progressivas com a leitura (tanto longe como perto), incapacidade de dirigir entre outras limitações, o que afeta tanto a vida profissional como social dos pacientes. Se não diagnosticado a tempo e tratado adequadamente, o edema pode se consolidar, aprofundar as lesões na região central da retina e assumir características irreversíveis.

Ainda não existem dados oficiais, mas estimativas revelam que o EMD pode atingir entre 2 e 4 milhões de diabéticos no Brasil. A maioria ainda não é diagnosticada, muito provavelmente porque têm um controle precário de sua doença e não são acompanhados por especialistas multidisciplinares. Por isso, a recomendação médica é que, além do controle com endocrinologista, o paciente consulte um oftalmologista especialista em retina e faça controles periódicos com o exame do fundo de olho. Só assim o diagnóstico da retinopatia e da possível presença de EMD pode ser feito de maneira segura e precoce.

Quando diagnosticado precocemente, o edema pode ser revertido. Até pouco tempo, a terapia padrão era o laser, que tem atuação maior em frear o processo do que restaurar a visão já perdida. Felizmente, novas possibilidades chegaram recentemente ao mercado e já há pacientes com excelente resposta aos chamados inibidores do VEGF (fator de crescimento endotelial dos vasos, em inglês). Além de impedir a progressão da doença, esta nova opção também pode recuperar parcial ou totalmente a visão do paciente, dependendo do seu nível de evolução e o controle rigoroso do diabetes.

Na prática médica, temos adotado as duas terapias, seja de forma independente ou combinada. O médico especialista é o melhor profissional para indicar o tratamento adequado para cada caso. Mas, lembre-se: é essencial controlar o diabetes com alimentação, exercícios físicos e medicamentos. Apenas assim você poderá se prevenir de complicações e obter um bom resultado nos tratamentos.


Dr. André V. Gomes é especialista em retina, doutor em oftalmologia pela USP-SP e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Texto tirado do site: Cruzeiro do Sul

Obs: Os textos que eu posto , em sua maioria não são meus, são de sites falando sobre saude mesmo!
Nenhuma informação eu inventei, todas elas são muito sérias!